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05 fevereiro 2026

Praça e Eu

A praça, na sua totalidade; minha mente, numa tela infinita de criatividade.

Na delicada interação entre geometria e existência, observo frequentemente as lacunas entre os paralelepípedos, as vidas e a paisagem — um lembrete silencioso dos espaços que habitamos. Esses vazios, como o espaço entre uma cama e a parede, ocultam sombras de conhecimento, sussurrando que um paralelepípedo é mais do que apenas uma pedra; é um sólido definido no espaço tridimensional. Reconhecidas por muitos como prismas com bases em forma de paralelogramo, essas formas assumem diversas configurações — oblíquas, retangulares ou em ângulo reto. Contudo, à medida que a engenhosidade humana molda essas entidades geométricas, elas transformam e embelezam a paisagem histórica de Ouro Preto, conectando passado e presente através de sua elegância arquitetônica.

*Qualidade da foto péssima, obtida com um celular em 2020. Ronald Péret - 
  Praça vazia e eu de mascara > "A pandemia de COVID-19"


The square, in its entirety; my mind, an infinite canvas of creativity.

In the delicate interplay of geometry and existence, I often observe the gaps between the cobblestones, the platform, and the train—a silent reminder of the spaces we inhabit. These voids, much like the space between a bed and the wall, cloak shadows of knowledge, whispering that a parallelepiped is more than mere stone; it is a defined solid in three-dimensional space. Acknowledged by many as prisms with parallelogram bases, these shapes assume various forms—oblique, rectangular, or right-angled. Yet, as human ingenuity molds these geometric entities, they transform amidst the historical tapestry of Ouro Preto, bridging past and present through their architectonic elegance.

*The photo quality is terrible, taken with a cell phone in 2020. Ronald Péret -
Empty square and me wearing a mask > "The COVID-19 pandemic"
 

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